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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Changing the world


Um cientista político vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios para melhorá-los. Passava dias em seu escritório buscando respostas para os seus questionamentos.
Certo dia, seu filho de sete anos invadiu seu ambiente de trabalho e pesquisa, decidido a ajudá-lo a consertar o mundo. Impaciente pela interrupção, tentou fazer com que seu filho fosse brincar em outro lugar, mas sabemos o quanto às crianças são insistentes quando querem.
Então, vendo que isso seria impossível, o cientista resolveu dar-lhe algo que pudesse oferecê-lo uma boa distração. Assim, seu filho ficaria distraído em sua tarefa e ainda sentiria um imenso prazer em ajudar a seu pai.
Olhou e procurou algo interessante por todo lugar, até que de repente deparou-se com uma antiga revista científica, guardada numa das gavetas de sua escrivaninha. Nela, continha o desenho do mapa Mundi na capa. Ele sorriu meio de lado e lembrando-se do professor Pardal, da revista do Tio Patinhas, bolou uma incrível, mas simples atividade para o seu filho.
Resolveu recortá-la em pedaços bem pequenininhos, em forma de um quebra-cabeça. Pensou consigo mesmo:
- Meu filho levará muito tempo para montá-lo e me deixará trabalhar em paz durante um bom tempo...
Com muito cuidado os entregou a seu filho, juntamente com um rolo de fita adesiva dizendo:
- Se você quer me ajudar, aqui está um grande desafio! Você gosta de quebra-cabeças?
O menino fez um sinal de assentimento com a cabeça.
O pai continuou:
- Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está o mundo todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Faça tudo sozinho.
O cientista calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa. E nem percebeu o brilho no olhar de seu filho, tamanha foi à importância daquele desafio para ele. Afinal, ele, um pequeno menino, ajudaria a seu pai, um grande e renomado cientista político a consertar o mundo.
O menino deitou-se no chão para ficar mais próximo de seu pai e examinava peça por peça atenciosamente.
Vez ou outra o pai observava o menino em sua atividade no chão e sorria, mas acabou distraindo-se em suas pesquisas e leituras.
Passadas algumas horas, ouviu a voz do filho dizendo em meio à euforia que tinha terminado de consertar o mundo:
- Pai! Pai! Consegui, papai! Consertei o mundo para o senhor!
Não é possível! (O pai respondeu, sem nem olhar para o papel).
- Você deve ter feito algo errado!
O cientista político não dera crédito às palavras do filho, pois seria impossível uma criança de sua idade ter conseguido recompor um mapa que jamais havia visto. Mas tamanha era a alegria do seu filho que resolveu verificar se ele realmente tinha conseguido e grande foi a sua surpresa.
Não é que o mapa Mundi realmente estava completo. Todos os pequeninos pedaços tinham sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como o menino havia sido capaz de realizar esta tarefa?
- Você não sabia como era o mundo meu filho, como conseguiu?
Daí, o menino lhe respondeu:
- Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui. Foi aí que me lembrei da figura do homem. Então, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem e virei a folha, vi que havia consertado o mundo.
Agora que eu te ajudei a consertar o mundo, podemos brincar lá fora!
O cientista admirado e com lágrimas nos olhos, abraçou a seu filho com intensidade e disse o quanto o amava e o quanto ele havia o ajudado, deixando seu filho todo orgulhoso.
O que aconteceu?
Naquele mesmo momento, aquele grande e renomado cientista político descobriu que o problema não era o mundo em si, mas o problema do mundo éramos nós, seus habitantes.
E como desencadear a mudanças em bilhares de habitantes?
Ele descobriu de maneira muito simples.
Para desencadear uma mudança tão gigantesca, precisamos começar individualmente, em si próprio. Partindo daí, ele poderá mudar seus hábitos, suas atitudes, aprenderia a ser mais tolerante, paciente, adquiriria o dom da benevolência e do amor para com o próximo entre inúmeros outros atributos. Transformando a si mesmo, poderia ser um exemplo de vida e começaria a transformar a vida e as atitudes de sua família. O exemplo a ser dado por sua família seria visto de forma atrativa para com a sua comunidade e talvez os contagiasse. E gradativamente, seu bairro, sua cidade, seu país, e inclusive; o mundo inteiro, mudaria.
Começando com pequenos gestos, grandes atitudes seriam tomadas!!!
Um planeta inteiro viveria o sonho, hoje utópico, mas quem sabe amanhã; real.


Renata Brandão

*Todos os direitos reservados ao autor.


Jesus te ama e eu também!

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Em qual posição você se encontra na imagem abaixo?

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No altar? Em santidade! Ajoelhado, próximo ao altar? Em santidade! Em pé na igreja? Solte a cadeira e adore! Sentado? Levante-se e adore ao Senhor! Indiferente? O joio não adora a Deus! Você acha que não está representado no desenho? Cuidado! Você pode estar do lado de fora!